
Impossível falar de uma empresa, corporação ou instituição sem direcionar o foco para a comunicação que é estabelecida entre seus líderes e funcionários. O mundo corporativo contemporâneo já entendeu a importância de se comunicar bem, não somente com o consumidor, mas também com os órgãos de imprensa, governos, ONGs, fornecedores, distribuidores, atacadistas e varejistas e – impreterivelmente – com seu público interno.
Levando-se em conta as que mudanças estratégicas devem ser procedidas, primeiramente, de dentro para fora, o papel dos empregados ou – em uma linguagem mais atual – cooperadores deve ser muito bem definido para que todos entendam e administrem sua parcela de contribuição no contexto geral da empresa. E é nesse cenário onde proliferam as mais variadas formas de comunicação alternativa: as chamadas “RP” ou “Rádio Peão”.
Tão antigas quanto as mais rudimentares formas de comunicação e também conhecidas como comunicado boca-a-boca, a RP possui alto poder de destruição, principalmente quando flui à revelia do conhecimento de líderes e responsáveis pela comunicação oficial da empresa.
Um boato, por não possuir fonte segura, pode ser entendido e distorcido a cada vez que é retransmitido, pois recebe uma nova carga de interpretação pessoal, de acordo a capacidade de interlocução e interesse de quem passa a mensagem à frente; inclua-se a isso, toda sorte de “veneno”, ignorância sobre o assunto, ruídos na transmissão e recepção, além de desinteresse e falta de compreensão, entre outros fatores que contribuem para que a mensagem sofra seguidas metamorfoses.
Por outro lado, nas corporações que possuem equipes de assessoria de imprensa capacitadas para detectar a “freqüência” da rádio peão – e a intensidade com que ela transmite sua programação – toda informação veiculada por esse meio pode ser destruída por completo ou, por que não dizer, melhor administrada, uma vez que sua freqüência pode ser utilizada pela assessoria para divulgar notícias reais e de interesse da empresa. Seria como dizer (a grosso modo) que transformou-se veneno em soro antiofídico.
Não obstante é fundamental que a assessoria possua um plano estratégico de comunicação e que ele seja amplamente divulgado em períodos pré-determinados e de fácil acesso ao público-alvo.
A linguagem usada deve também obedecer a critérios de entendimento, para que não caia em descrédito ou desinteresse desse público e, conseqüentemente, de seus consumidores. House Organs elaborados com matérias que tratem do dia-a-dia do funcionário na corporação, com dicas de saúde e aniversariantes do mês, por exemplo, podem ser intercaladas com informações de interesse da empresa; jornais murais; palestras com temas específicos e até mesmos festas de confraternização são formas de manter homogeneidade no trajeto das informações disseminadas no âmbito empresarial.
Dessa forma, vários problemas podem ser resolvidos: a uniformidade no trânsito de informações oficiais (o que gera menor distorção e maior confiança no conteúdo); a administração do que deve, pode (ou não) ser disseminado aos cooperadores e, principalmente o controle da Rádio Peão.
Levando-se em conta as que mudanças estratégicas devem ser procedidas, primeiramente, de dentro para fora, o papel dos empregados ou – em uma linguagem mais atual – cooperadores deve ser muito bem definido para que todos entendam e administrem sua parcela de contribuição no contexto geral da empresa. E é nesse cenário onde proliferam as mais variadas formas de comunicação alternativa: as chamadas “RP” ou “Rádio Peão”.
Tão antigas quanto as mais rudimentares formas de comunicação e também conhecidas como comunicado boca-a-boca, a RP possui alto poder de destruição, principalmente quando flui à revelia do conhecimento de líderes e responsáveis pela comunicação oficial da empresa.
Um boato, por não possuir fonte segura, pode ser entendido e distorcido a cada vez que é retransmitido, pois recebe uma nova carga de interpretação pessoal, de acordo a capacidade de interlocução e interesse de quem passa a mensagem à frente; inclua-se a isso, toda sorte de “veneno”, ignorância sobre o assunto, ruídos na transmissão e recepção, além de desinteresse e falta de compreensão, entre outros fatores que contribuem para que a mensagem sofra seguidas metamorfoses.
Por outro lado, nas corporações que possuem equipes de assessoria de imprensa capacitadas para detectar a “freqüência” da rádio peão – e a intensidade com que ela transmite sua programação – toda informação veiculada por esse meio pode ser destruída por completo ou, por que não dizer, melhor administrada, uma vez que sua freqüência pode ser utilizada pela assessoria para divulgar notícias reais e de interesse da empresa. Seria como dizer (a grosso modo) que transformou-se veneno em soro antiofídico.
Não obstante é fundamental que a assessoria possua um plano estratégico de comunicação e que ele seja amplamente divulgado em períodos pré-determinados e de fácil acesso ao público-alvo.
A linguagem usada deve também obedecer a critérios de entendimento, para que não caia em descrédito ou desinteresse desse público e, conseqüentemente, de seus consumidores. House Organs elaborados com matérias que tratem do dia-a-dia do funcionário na corporação, com dicas de saúde e aniversariantes do mês, por exemplo, podem ser intercaladas com informações de interesse da empresa; jornais murais; palestras com temas específicos e até mesmos festas de confraternização são formas de manter homogeneidade no trajeto das informações disseminadas no âmbito empresarial.
Dessa forma, vários problemas podem ser resolvidos: a uniformidade no trânsito de informações oficiais (o que gera menor distorção e maior confiança no conteúdo); a administração do que deve, pode (ou não) ser disseminado aos cooperadores e, principalmente o controle da Rádio Peão.

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