
Dentre as tantas mensagens que recebo diariamente, o texto abaixo me chamou a atenção. Como, geralmente, só recebemos baboseiras dignas de repúdio e de nosso mais veemente desprezo, quando alguém me envia algo interessante procuro compartilhar com as pessoas que gosto, porém, sem empanturrar suas caixas de mensagem.
Publicando aqui no blog, não cometo o erro que tanto luto para erradicar: as malditas correntes e os reenvios de toda sorte de lixo que navega à revelia do nosso controle na internet.
Mas a mensagem é interessante.
O CAHORRO E O COELHO
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão. Conversa entre os dois vizinhos:
-Ele vai comer o meu coelho! - De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos 'pegar' amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão, com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem: - o vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E Agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível: vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouve os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
-O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora
reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo. Depois de muito farejar descobre o corpo morto e enterrado.
O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros.......
O que podemos tirar desta lição é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como esta servem para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Às vezes fazemos o mesmo... '
A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer. Quem ama sofre, quem sofre luta e quem luta vence.
Então: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre! E lembre-se: viva como se não houvesse amanhã; Ame como se nunca fosse se machucar; Trabalhe como se não precisasse do dinheiro e dance como se ninguém estivesse olhando.
EM QUANTOS CACHORROS JÁ DEVEMOS TER BATIDO?????????
Publicando aqui no blog, não cometo o erro que tanto luto para erradicar: as malditas correntes e os reenvios de toda sorte de lixo que navega à revelia do nosso controle na internet.
Mas a mensagem é interessante.
O CAHORRO E O COELHO
Eram dois vizinhos. Um deles comprou um coelho para os filhos. Os filhos do outro vizinho também quiseram um animal de estimação. O homem comprou um filhote de pastor alemão. Conversa entre os dois vizinhos:
-Ele vai comer o meu coelho! - De jeito nenhum. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos 'pegar' amizade...
E, parece que o dono do cão tinha razão. Juntos cresceram e se tornaram amigos. Era normal ver o coelho no quintal do cachorro e vice-versa. As crianças felizes com os dois animais.
Eis que o dono do coelho foi viajar com a família e o coelho ficou sozinho. No domingo, à tarde, o dono do cachorro e a família tomavam um lanche quando, de repente, entra o pastor alemão, com o coelho entre os dentes, imundo, sujo de terra, morto.
Quase mataram o cachorro de tanto agredi-lo, o cão levou uma surra! Dizia o homem: - o vizinho estava certo, e agora? Só podia dar nisso! Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E Agora?! Todos se olhavam. O cachorro, coitado, chorando lá fora, lambendo os seus ferimentos.
Já pensaram como vão ficar as crianças?
Não se sabe exatamente quem teve a idéia, mas parecia infalível: vamos lavar o coelho, deixá-lo limpinho, depois a gente seca com o secador e o colocamos na sua casinha.
E assim fizeram. Até perfume colocaram no animalzinho. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças.
Logo depois ouve os vizinhos chegarem. Notam os gritos das crianças. Descobriram!
Não passaram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
-O que foi? Que cara é essa?
- O coelho, o coelho...
- O que tem o coelho?
- Morreu!
- Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem.
- Morreu na sexta-feira!
- Na sexta?
- Foi. Antes de viajarmos as crianças o enterraram no fundo do quintal e agora
reapareceu!
A história termina aqui. O que aconteceu depois não importa. Mas o grande personagem desta história é o cachorro. Imagine o coitado, desde sexta-feira procurando em vão pelo seu amigo. Depois de muito farejar descobre o corpo morto e enterrado.
O que faz ele? Provavelmente com o coração partido, desenterra o amigo e vai mostrar para seus donos imaginando fazer ressuscitá-lo.
E o ser humano continua julgando os outros.......
O que podemos tirar desta lição é que o homem tem a tendência de julgar os fatos sem antes verificar o que de fato aconteceu.
Quantas vezes tiramos conclusões erradas das situações e nos achamos donos da verdade?
Histórias como esta servem para pensarmos bem nas atitudes que tomamos. Às vezes fazemos o mesmo... '
A vida tem quatro sentidos: amar, sofrer, lutar e vencer. Quem ama sofre, quem sofre luta e quem luta vence.
Então: AME muito, SOFRA pouco, LUTE bastante e VENÇA sempre! E lembre-se: viva como se não houvesse amanhã; Ame como se nunca fosse se machucar; Trabalhe como se não precisasse do dinheiro e dance como se ninguém estivesse olhando.
EM QUANTOS CACHORROS JÁ DEVEMOS TER BATIDO?????????

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