
Olá senhores.
Primeiramente gostaria de me apresentar.
Sou Ginho de Souza, na verdade Jorge de Souza, meu nome verdadeiro, que se perdeu no esquecimento ao longo dos anos, pois desde criança sou conhecido como Jorginho ou somente Ginho, pra facilitar.
Sou jornalista e radialista de formação, neste ano (2008) concluo o curso de Pós- graduação em Comunicação Empresarial.
Mas como esse texto não pode ser transformado em currículo, não vou me delongar na apresentação. Portanto, sigamos em frente...
Sou Ginho de Souza, na verdade Jorge de Souza, meu nome verdadeiro, que se perdeu no esquecimento ao longo dos anos, pois desde criança sou conhecido como Jorginho ou somente Ginho, pra facilitar.
Sou jornalista e radialista de formação, neste ano (2008) concluo o curso de Pós- graduação em Comunicação Empresarial.
Mas como esse texto não pode ser transformado em currículo, não vou me delongar na apresentação. Portanto, sigamos em frente...
Quando estava no primeiro ano de faculadade - lá pelos idos do ano 2000 tive o prazer de conhecer uma figura fantástica chamada Roseli Costa que, aliás, é locutora da rádio Alpha FM.
Ela estudava em minha sala e todos nós, que temos um pé no rádio, sabemos que encontrar outro profissional da área é sinônimo de extrair dele (ou dela, no caso) o máximo de conhecimento que pudermos. Com a Rose não foi diferente, tão logo descobri quem ela era, já me aproximei com segundas intenções – boas intenções, diga-se.
Diferente de grande parte dos profissionais que atuam no rádio, Roseli foi muito receptiva e devo dizer que, ao longo dos quatro anos de curso, aprendi um bocado de coisas com ela sobre a nossa profissão, uma das quais é exatamente o nome que uso profissionalmente – Ginho de Souza.
Ela me explicou que o nome tem de ter uma fonética fácil de assimilar e, de preferência, dois nomes. Primeiro pensei em me “rebatizar” como Jorge de Souza – o que ela achou coerente – mas nem minha mãe me chamava de Jorge e eu achei que na altura do campeonato, já era um pouco tarde para mudar de “nome de guerra”. Resumindo: ficou Ginho mesmo, mas acrescentado de Souza, que é meu sobrenome.
Senta, que lá vem a história:
Profissionalmente já fiz quase – frize bem: “quase”: fui operador de som em empresa de rodeios, apesar de ser contra esse tipo de evento, porque tenho dó dos animais; fui DJ; mestre de cerimônia de formaturas; de concurso de fanfarras; locutor de serviço de auto-falantes; motorista de carro de propaganda volante, etc e tal... sigamos com o cortejo...
Aqui cabe uma observação interessante: como a empresa de som ainda tentava se firmar no mercado, não tínhamos lá, grandes mordomias, como dormir em hotéis, por exemplo, e éramos obrigados a passar as noites debaixo da coluna de caixas acústicas, onde também era montado o equipamento de som.
Ela estudava em minha sala e todos nós, que temos um pé no rádio, sabemos que encontrar outro profissional da área é sinônimo de extrair dele (ou dela, no caso) o máximo de conhecimento que pudermos. Com a Rose não foi diferente, tão logo descobri quem ela era, já me aproximei com segundas intenções – boas intenções, diga-se.
Diferente de grande parte dos profissionais que atuam no rádio, Roseli foi muito receptiva e devo dizer que, ao longo dos quatro anos de curso, aprendi um bocado de coisas com ela sobre a nossa profissão, uma das quais é exatamente o nome que uso profissionalmente – Ginho de Souza.
Ela me explicou que o nome tem de ter uma fonética fácil de assimilar e, de preferência, dois nomes. Primeiro pensei em me “rebatizar” como Jorge de Souza – o que ela achou coerente – mas nem minha mãe me chamava de Jorge e eu achei que na altura do campeonato, já era um pouco tarde para mudar de “nome de guerra”. Resumindo: ficou Ginho mesmo, mas acrescentado de Souza, que é meu sobrenome.
Senta, que lá vem a história:
Profissionalmente já fiz quase – frize bem: “quase”: fui operador de som em empresa de rodeios, apesar de ser contra esse tipo de evento, porque tenho dó dos animais; fui DJ; mestre de cerimônia de formaturas; de concurso de fanfarras; locutor de serviço de auto-falantes; motorista de carro de propaganda volante, etc e tal... sigamos com o cortejo...
Aqui cabe uma observação interessante: como a empresa de som ainda tentava se firmar no mercado, não tínhamos lá, grandes mordomias, como dormir em hotéis, por exemplo, e éramos obrigados a passar as noites debaixo da coluna de caixas acústicas, onde também era montado o equipamento de som.
No primeiro dia de rodeio tudo era festa, mas do segundo pra frente, só por Deus nós suportávamos o cheiro de fezes e urina de touros e cavalos ali pertinho da gente. Dizem que o que há de mais comum entre operadores de som, DJ's, palhaços e ginecologistas é que todos trabalham onde os outros se divertem. E lá estava eu.
Hoje trabalho em assessoria de imprensa e, até julho deste ano (2007) respondia pelo jornalismo da Rádio Criativa de Francisco Morato, onde apresentava - junto com a competentíssima (assim mesmo no superlativo) Fernanda Ventura - o “Jornal da Criativa”.
Anote aí quem é minha equipe, além da Fernanda:
Marcelo Daniel - jornalista e colunista do boletim "O papo é Pop", que trata de assuntos da atualidade, sob a ótica de um profissional 'hiperantenado' como ele é.
Danilo Yoshida - Webmaster e colunista do boletim "Tecnologia Digital". Dispensa comentários
Regina Manzano - Jornalista e repórter de cotidiano
José Manoel - Professor de Educação Física e comentarista esportivo
João Cruz - Jornalista e repórter de assuntos relacionados à região
Edinho Meireles - Exímio operador de áudio
Rosangela Reis - Assistente de produção
Por que saímos? A rádio ficou pequena demais para tanto talento!!!
Hoje trabalho em assessoria de imprensa e, até julho deste ano (2007) respondia pelo jornalismo da Rádio Criativa de Francisco Morato, onde apresentava - junto com a competentíssima (assim mesmo no superlativo) Fernanda Ventura - o “Jornal da Criativa”.
Anote aí quem é minha equipe, além da Fernanda:
Marcelo Daniel - jornalista e colunista do boletim "O papo é Pop", que trata de assuntos da atualidade, sob a ótica de um profissional 'hiperantenado' como ele é.
Danilo Yoshida - Webmaster e colunista do boletim "Tecnologia Digital". Dispensa comentários
Regina Manzano - Jornalista e repórter de cotidiano
José Manoel - Professor de Educação Física e comentarista esportivo
João Cruz - Jornalista e repórter de assuntos relacionados à região
Edinho Meireles - Exímio operador de áudio
Rosangela Reis - Assistente de produção
Por que saímos? A rádio ficou pequena demais para tanto talento!!!
Quanta pretensão...
Pretendo neste Blog expor minha opinião a respeito de um bocado de coisas que julgo interessantes e que podem ser debatidas por pessoas que têm as mesmas afinidades ou divergências a respeito do mesmo assunto.
Não quero ser (desculpe o lugar comum) “a voz que clama no deserto ”, portanto espero que você leia e participe desse espaço dando sua opinião e sugestões sobre os assuntos aqui abordados.
Será, na verdade, um grande bate-papo e troca de idéias entre pessoas que gostam de uma boa discussão e de confrontar ideologias. Tudo dentro da mais harmoniosa paz e respeito aos pensamentos dos outros.
Seja bem-vindo
Seja bem-vinda
Entre e fique à vontade
"Senta, se acomoda, à vontade, tá em casa Toma um copo, dá um tempo, que a tristeza vai passar Deixa, pra amanhã tem muito tempo O que vale é o sentimento, E o amor que a gente tem no coração"...
Pretendo neste Blog expor minha opinião a respeito de um bocado de coisas que julgo interessantes e que podem ser debatidas por pessoas que têm as mesmas afinidades ou divergências a respeito do mesmo assunto.
Não quero ser (desculpe o lugar comum) “a voz que clama no deserto ”, portanto espero que você leia e participe desse espaço dando sua opinião e sugestões sobre os assuntos aqui abordados.
Será, na verdade, um grande bate-papo e troca de idéias entre pessoas que gostam de uma boa discussão e de confrontar ideologias. Tudo dentro da mais harmoniosa paz e respeito aos pensamentos dos outros.
Seja bem-vindo
Seja bem-vinda
Entre e fique à vontade
"Senta, se acomoda, à vontade, tá em casa Toma um copo, dá um tempo, que a tristeza vai passar Deixa, pra amanhã tem muito tempo O que vale é o sentimento, E o amor que a gente tem no coração"...
Verdade Chinesa( Emílio Santiago e Verônica Sabino )

4 comentários:
Até que enfim um espaço só seu, né Jorge! Demorou, mas chegou!
E chegou em alto estilo!
Os textos estão 10, mesmo pq se desse menor nota estaria sendo injusta (se é que vc me entende...). KKKKKKKKKKKKK
O blog tá lindo!
Amigo e pradrinho, quero que fique público meu amor por vc! Vc é muito, mas muuuuuuuuuuito especial!
Sucesso!
Beijos
Cássia
FALA MEU QUERIDO AMIGO GINHO! MEUS PARABÉNS PELO BLOG! GOSTEI MUITO DOS TEXTOS VC É FERA! CERTAMENTE LEREI TUDO QUE VC ESCREVER( UM LIVRO?? )RS RS. SEU BLOG SERÁ SEM DÙVIDA ALGUMA UM SUCESSO!!
BELO TALENTO! NOSSA PÁTRIA, NOSSA GENTE, NOSSA CULTURA CARECE DE PENSADORES, DE GENTE QUE DIZ O QUE PENSA E QUE PENSA O QUE DIZ!!
BJU LINDÃO
WLAD VILANOVA.
Vemos que temos amigos, quando não precisamos deles para sermos felizes. Quando certos silêncios não incomodam, são como pausas, suspensões. Quando junto deles não tememos a distância, pois "saudade é uma espécie de lembrança nostálgica, lembrança carinhosa de um bem especial que está ausente acompanhado de um desejo de revê-lo ..." Quando os damos liberdade para não serem nossos melhores amigos, por mais que certos amigos são os melhores para gente. Quando permitimos o direito de não terem respostas e quererem decobrir o mundo longe da gente. Nossos amigos são como pequenos pedaços de amor que não pediram por favor e nem foram obrigados a estarem ao nosso lado, eles apenas estão e não precisa de entendimento racional para isso, não há questionamentos, há momentos construídos juntos. Nossos amigos não são nossas muletas, não são como nossa casa, nosso cachorro, nossa bicicleta...são como nossa família, mas diferente dela, pois não é como um integrante inerente, mas descoberto e itinerante. Eles não são nossa propriedade privada, por isso acho que não temos amigos, ter é possuir, ser dono, acho que conhecemos amigos, temos conhecimento, estabelecemos relações.
Quanto ao sorriso que compartilhamos nestes encontros e reencontros, creio que o sorriso foi a única coisa que Torre de Babel não destrui: a universalidade dessa comunicação. Deus permitiu que apesar de todas as diferenças de linguagem, pudessemos repousar na tranquilidade de quando não entendemos nada e sorrindo compreendemos tudo um do outro, pois apesar de toda sutileza, são nessas simplicidades sem palavras que falamos mais.
O sorriso não é caro para o nosso corpo, gastamos menos músculos para sorrir do que para permanecer sério, assim repousamos os músculos cansados de manter nossas pertubações para que repousando consigam transformar sem esforços os corações dos demasiadamente preocupados seres humanos.
Quanto a felicidade, não é algo móvel que cada hora está num lugar, como se fosse impossível um dia conhecê-la a fundo. Nós com essa estranha mania de querer vê-la em coisas que são efêmeras por natureza, nos perdemos e não conseguimos encontrá-la. Não há como ela estar escondida, pois ela não é um fim, é um caminho. Erramos ao achar que na vida sofremos para ter pequenos momentos de "felicidade", o que temos são pequenos momentos de alegria. Alegria é um sentimento agradável, vinculado a euforia e empolgação. Felicidade é um sentimento agradável também, mas de paz interna, de bem-estar. Não precisamos estar sempre eufóricos e histéricos para sermos felizes. O caso não é estar é ser, e ser é uma constante transformação, assim nos construímos a cada momento e a felicidade é assim também.
Devemos nos iludir menos e viver mais.
"A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional..."
(Carlos Drummond de Andrade)
E querendo sempre aprender com os outros é que conhecemos aquilo que no fundo sempre soubemos, mas somos egocêntricos e surdos demais para escutarmos palavras ditas por nós mesmos. O que realmente escondemos de nós somos nós mesmos. É por isso então que precisamos também dos outros, para eles é mais fácil nos encontar e com eles nos encontramos também.
Parabens muito sucesso vc merece, afinal foi com muito esforço tudo que vc tem, de seu cunhado heverton fmz
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